sábado, 23 de janeiro de 2010

Capítulo 11 - Luxúria.

Este capítulo também contém cenas inapropriadas, que estarão em itálico.

Naquela noite Luís não conseguia pensar em outra coisa. Queria a aluna, isso era óbvio. Sentir o calor da pele alva, estar novamente entre aquelas pernas. E aquilo era errado, muito errado. Tinha traído sua esposa, seus filhos, seu próprio orgulho. E ao lembrar-se da figura de Sabrina, crescia certa raiva em seu peito.
Chegou a sexta-feira de novo. O dia daquelas caronas. Sete dias após a fatídica noite. E Luís sabia que daria aula para Sabrina novamente ao fim do dia; esperava qualquer coisa da menina agora e temia não ser capaz de dizer não a ela, ao mesmo tempo em que gostaria muito de vê-la novamente.
Deu aula o dia todo, pensando em como lidar com a aluna ao fim do dia, sem demonstrar o quanto havia sentido sua falta. E sabia que, no fundo, era algo mais que sexual.
Luís caminhava pelo corredor esbarrando no amontoado de alunos que conversavam esperando seus respectivos professores. Chegou à porta da sala de Sabrina, quando viu um casal encostado no batente se beijando e abraçando de maneira explícita. O garoto encostava a menina na parede, acariciando suas nádegas. O professor abriu a boca para repreendê-los, porém ao olhar com atenção, reconheceu a garota e os olhos claros, velhos conhecidos. Sabrina beijava o tal garoto fervorosamente, mantendo os olhos abertos e fixos nos do professor. Encaravam-se. Parecia que o mundo em volta havia congelado. Um arrepio frio percorreu a espinha de Luís e a raiva subiu-lhe à cabeça. A garota puxou o jovem a sua frente pela nuca e aprofundou o beijo, sem nunca tirar os olhos dos de Luís Pedro. Este abaixou a cabeça para esconder sua raiva e entrou direto na sala. Sabrina despediu-se do garoto que estava com ela e também adentrou à sala.
A aula seguia normalmente, apesar de Luís não estar fazendo as costumeiras piadinhas. Quando teve a oportunidade, Sabrina comentou em voz alta com as amigas que estaria sozinha no apartamento aquela noite e receberia a visita de seu novo “amiguinho”,caindo na risada logo após. Sabia que dessa vez tinha passado dos limites.
E Luís já havia suportado demais.

Naquela noite, Luís foi para casa, mas nem pensava em dormir. Tomou um banho e dirigiu em alta velocidade de volta para o centro da cidade, sabendo exatamente o que tinha de fazer. Já tinha se informado no prédio que gostaria de visitar, a respeito do andar em que se encontrava cada morador.
Sabrina havia acabado de sair do banho. Estava sozinha naquela noite e duvidou que Daniel fosse aparecer. Sim, era esse o nome do garoto com quem ela estava saindo há menos de 24 horas e já tinha feito o convite pra que este aparecesse por lá. Agora que não era mais virgem, não tinha nada a perder. E além do mais, tinha ganho a atenção de Luís e imaginou que talvez ele tivesse se importado com as provocações a ponto de se sentir incomodado.
A menina sentou-se no sofá e ligou a televisão para esperar Daniel. Usava um vestido muito curto de tecido fino rosa e tinha os cabelos molhados. Ouviu passos no corredor e logo batiam à porta, com força considerável. Sabrina murmurou um “já vai” e olhou-se no espelho, antes de abrir a porta, esperando ver Daniel do outro lado. Foi grande sua surpresa ao se deparar com alguém mais alto, corpulento,com perfume penetrante e uma expressão nada amigável no rosto. Era Luís Pedro.
- O que é que você quer aqui? Eu tenho compromisso e ... - Sabrina foi interrompida pela voz brusca e arrastada de Luís.
- Eu também tenho compromisso, menina. Resolver tudo de uma vez por todas. E não pense que não vou entrar – dizendo isso, adentrou o kitnet a encostou-se na parede da pequena sala.
- Pois diga logo.
- É o seguinte. Você sabe pelo que estou passando?Não. Então eu vou te contar. Tenho três filhos maravilhosos e uma esposa trabalhando em Brasília. Os quatro morando por lá e eu aqui,sem condições físicas de viajar e sem possibilidades de me ausentar do trabalho. São apenas seis meses, você pode pensar...Mas pra um casamento em crise como o meu,é muito.
- Hummmm, entendo.
- Não finja que não é importante. Se tudo isso não estivesse acontecendo, eu provavelmente jamais teria te chamado pra me fazer companhia naquela noite. Jamais teria bebido com uma criança como você estando lá.
- Uma criança? Devia ter pensando nisso quando eu estava com a cabeça entre suas pernas. Não entendo o que eu fiz de errado. Me entreguei para um homem que me atrai muito, e ele estava realmente a fim. Ele me rejeitou alegando que estava bêbado, o que não estava, e eu o quis trazer de volta. Como você não quis voltar, professor, fui atrás de alguém que talvez me quisesse.
- Menina, entenda! Eu precisava de alguém, ando sofrendo muito. Tentei até parar antes que acontecesse algo, mas você mesma tomou a iniciativa. E depois de tudo,me provocou,teve coragem de mexer comigo até mesmo na sala de aula e depois de se atracar com um garoto só para que eu visse! Acha isso certo? - Luís bufou e bateu a mão contra a porta, num acesso de raiva.
- E você teve coragem de levar uma “criança” para casa e transar com ela, depois tocar nessa aluna no colégio. Acha isso certo?
- Não, não acho e por isso estou aqui!
A discussão foi interrompida pelo disparar da campainha. Sabrina fez menção de abrir, mas Luís segurou a garota pelo braço, impedindo-a . A campainha soou mais algumas vezes e a voz de Daniel ecoou pelo corredor do andar do prédio.
-Abre Sabrina, sou eu. Sei que você está aí, a televisão está ligada.
- Eu vou abrir Luís,quer você queira,quer não queira.
- Não, não vai – ele disse baixo, sem perder o tom de indignação em sua voz.
-Vou sim e é melhor você sair daqui assim que ele entrar.
- Se você abrir esta porta, não sei do que serei capaz. Não abra, para seu próprio bem. Ele vai te fazer mal e eu farei mal à ele. Não abra.
- Me impeça.
- Sabrina… amor não é um jogo. E mesmo que fosse, ninguém tem o direito de brincar assim.
- Brincar? Quem está brincando aqui? Você podia estar na sua casa. Você deveria estar na sua casa. Por que está aqui?
- Certamente não pra te ver abrir a porta pra esse moleque.
Do lado de fora, Daniel continuava a tocar a campainha.
- Por que o interesse, professor? Por que tudo isso? É só por causa da sua mulher? Só porque estava numa seca? É isso que leva um homem a transar com uma garota tão mais nova?
Luís torceu os lábios e os dois ficaram em silêncio, ritmados pelo som da campainha insistente. Chegou um momento que o som parou e o celular de Sabrina começou a tocar. No visor lia-se “Daniel”.
Luís suspirou e olhou para todo o corpo de sua aluna. O vestido era lindo.
- Se arrumou tanto assim pra ele? – perguntou.
- Na verdade eu sabia que você viria.
No momento seguinte, os dois se beijavam.
Mas um beijo que Luís deu com raiva, ou talvez fosse apenas sede. Sede dos lábios jovens de Sabrina. Os corpos separados por trinta e dois anos se encaixavam com tanta perfeição que se diriam casais há décadas.
O celular se calou e só ficaram gemidos. Ele a encostava na parede, pressionando-a.
Sabrina quis tirar a camisa do professor, mas ele segurou as mãos da menina com uma de suas próprias contra a parede, imobilizando-a. Com a outra mão, percorreu o caminho das coxas da menina e por dentro do vestido, tocava-lhe a calcinha. Beijava-a de forma sedenta, como não havia demonstrado na primeira noite. Algo havia mudado.
Luís ainda não achava certo nada daquilo.
Na verdade, ainda sentia nojo dele mesmo por tal ato.
Mas havia algo em Sabrina. Algo que ele ainda não pôde identificar. Algo que nem em uma de suas poesias poderia explicar ou tentar entender. Tinha medo. Medo do que era perto dela. Medo do poder que ela exercia sobre ele. No fim, baseava-se nisso: o poder. O poder de fazê-la se sentir atraída por um homem muito mais velho, um poder do qual ele nada se orgulhava, e o poder natural da jovem de encantar qualquer são homem.
Não…
O poder que Sabrina tinha de encantar Luís Pedro.
O poder que ela tinha de fazê-lo esquecer-se de sua vida pesarosa, de seus problemas, de seu casamento acabando sem poder segurá-lo. Tudo isso sumia nos olhos claros dela. E suas mãos deslizavam por sua pele lisa, macia, enquanto toda sua sanidade lhe abandonava. Que culpa tinha ele, de ter caído em tentação quando a vida lhe pregava peças atrás de peças? Que culpa tinha ela em se entregar pra alguém que gostava? Erros? Desde o início ambos vêm procurando o culpado, desde o início houveram acusações devido ao simples erro.
A vida não comete erros.
E esse era o único motivo pelo qual, mesmo se acusando e procurando culpados, os dois agora se deitavam na cama de Sabrina. Entregues ao prazer sem culpa.
A cada nova carícia dela, uma nova sensação. E esse turbilhão de sentimentos se manifestava de forma intensa, quase selvagem. O que antes lhe parecia apoio emocional, agora era instintivamente o que o deixava vivo. E ele se sentia mais vivo do que nunca.
Luís Pedro estava no controle. Dessa vez não houve receios, não houve momentos de recuar, de tentar desistir. Agora estava certo de que iria até o fim.
Então ele pôde efetivamente se mostrar o dominador que sempre foi quando se trata do assunto.
Suas caricias eram mais fortes, suas mãos quentes a percorriam em apertos de desejo. Os dedos entraram na roupa íntima e ela tombou a cabeça para trás, exibindo-lhe o pescoço, o qual beijou intensamente.
E estar no controle da situação permitia que ele brincasse com o corpo alvo a sua disposição.O indicador acariciava pontos estratégicos da garota,enquanto mordia o pescoço exposto.As mãos de Sabrina estavam ansiosas em tocar o corpo de Luís tanto quanto este lhe tocava,porém não havia espaço para isso.Ela somente sentia e gemia cada vez mais alto,aproveitando-se da televisão ligada,que abafava os sons provenientes de seu prazer.
E sendo ainda inexperiente no assunto, apenas com as preliminares ficava arfando, próxima de atingir o êxtase. Mas Luís tinha planos para ela e não deixaria que aquilo acabasse tão rápido.
E o perfume dele. O maldito perfume que tanto lhe impregnava, lhe envolvia, lhe fazia subir às nuvens e voltar.
Tirou rapidamente os dedos de sua calcinha, fazendo-a clamar por mais. Voltou sua atenção para o pescoço da menina e continuou beijando e mordendo-lhe.Tirou o vestido de Sabrina e,ao perceber que esta estava sem sutiã, não pensou duas vezes antes de beijar e sugar-lhe os seios. Se era mesmo verdade que sabia que viria, tudo aquilo era pra ele?
Sabrina aproveitou a oportunidade para tirar rapidamente a camiseta de Luís e jogá-la longe. O professor pressionava o corpo da aluna enquanto voltava a beijar-lhe a boca. Sabrina pedia por mais, chamava-o.Queria algo mais intenso,mais direto.Tentou deitar-se por cima do professor,mas ele era mais pesado e mais forte,agarrando a menina de forma que esta não pudesse sair. Era ele quem decidiria tudo ali.
Porém também estava com desejo crescente por mais. Descendo a boca pela extensão da abdome alvo,Luís encontrou como única barreira a peça de roupa de Sabrina que restava.Desceu-lhe a calcinha lentamente com os dedos, colocou ali sua língua,torturando a aluna mais um pouco.
E novamente parou repentinamente. Ela reclamou. Então segurando-a pela cintura, virou-a de costas. Passou um dos braços por debaixo de seu abdômen e a colocou de quatro sobre a cama.
Como já dito, Luís tinha um quê de dominador.
E Sabrina adorava isso.
Segurou-a pela cintura e penetrou-a. A bebida o fez esquecer do quão inexplorado era o corpo de Sabrina. O professor a envolveu, encostando seu peito em suas costas. A garota já tinha o corpo quente pelas preliminares, e com isso Luís aproveitou para provocá-la lentamente, variando entre movimentos fortes e fracos. Isso fez tudo durar bastante tempo. Acariciava seus seios e raspava os dentes em sua nuca. Sabrina apenas mordia os lábios e apertava os lençóis, gemendo.
Os dois ficaram pelo que seria a eternidade particular para ela naqueles movimentos. Cada ato, cada gesto a fazia delirar.
Luís sorriu ao notar que seus gemidos ficavam mais altos, seu corpo esquentava mais. Ela agora se pressionava contra ele e os que eram movimentos alternados entre fortes e fracos tornaram-se apenas fortes e rápidos. Seus dedos deslizaram pelo corpo fervente de Sabrina até tocarem-na, fazendo-a atingir o orgasmo. Virou o corpo da jovem de frente para ele e continuou, até retirar-se de dentro dela e ele mesmo conseguir o ápice.
Naquela noite, as coisas não acabariam tão cedo.
Os dois vieram a dormir lá pelas duas da manhã, juntos, sem nada dizer, apenas sorrir, como um recém casal.


Luís Pedro acordou e teve como primeira sensação o delicado peso de Sabrina sobre seu corpo. As mãos dela estavam recaídas sobre seu peito, e a perna nua sobre a dele, fugindo dos lençóis brancos.
Seus lábios estavam tão próximos dele que sentia sua respiração quente em sua nuca. Ela dormia tranquilamente, exatamente como a criança que era. Pele tão perfeita, tanta juventude minando de seu rosto a dormir, tão delicada e serena… Tanta culpa havia nele quanto beleza nela. Luís se sentia sujo, criminoso, um grande idiota.
O sol começava a invadir o quarto. Olhou ao redor, para cada detalhe do lugar. Suspirou e pensou na própria situação.
Como seria de agora em diante? Sabrina deixara claro que não toleraria sumir assim da vida dele, e de qualquer forma, com a garota sentando na primeira carteira toda aula, mesmo que fingisse indiferença, não teria como não ficar pensando nela.
A garota tinha um corpo tentador. Só um louco negaria isso.
O que fazer então?
Sabrina se remexeu e deu indícios de que iria acordar. Luís então fingiu dormir.
A garota levantou-se e olhou para o professor. Não há dúvidas de que para a aluna de dezessete anos, admitir amar aquele homem era muito fácil. E amava. Mal se continha de felicidade por ele ainda estar ali, por não ter ido embora. Acordou em seus braços. Como num sonho, como num conto de fadas.
Sabrina pegou roupas, toalha e entrou no banheiro. Tinha medo que ele aproveitasse a oportunidade para ir embora, então deixou a porta semi-aberta.
O barulho do chuveiro chamou a atenção de Luís Pedro. Como homem, não pôde deixar de pensar na cena da garota tomando banho.
Levantou-se e caminhou até o banheiro. Parou no batente da porta, olhando para ela. Demorou até que Sabrina notasse, e quando o fez, tomou um leve susto.
O que para ela era um momento mágico, em que o professor que tanto ama vem tomar banho junto com ela, ao invés de simplesmente ir embora, para ele era apenas mais uma queda em tentação.
Depois do banho Luís sentou-se no sofá da sala e a chamou para sentar-se com ele. Estava se esforçando para fazer tudo direito, para que ela não mais se irritasse, para que não houvesse novas provocações futuras. Tinha que ser delicado.
Ela, por sua vez, sentou-se toda contente, achando que finalmente teria Luís para ela.
- Sabrina, não posso mais negar o que aconteceu entre nós.
Em parte da frase, a garota vibrou por dentro. Mas no fim, pelo “aconteceu”, ela simplesmente murchou um pouco.
- Você também não pode negar que é errado. – ele continuou.
- Não nego.
- Sabrina, quero pedir desculpas.
- Eu o desculpo por ter me tratado mal. Mas não por ter me conquistado.
Ele suspirou, olhando em tais olhos claros. Como foi que ele, de quarenta e nove anos, pôde fazer uma garotinha ficar cega para os adolescentes de sua idade, e se apaixonar justo por ele?
Ela sabia como. Simplesmente existindo, simplesmente sendo Luís Pedro, o professor poeta de Matemática, o professor sarcástico, o professor inteligente.
- Sabrina, cometi um erro tentando me afastar repentinamente de você. Cometi um erro te ignorando, te tratando mal. Eu estava confuso, culpado, e não via outra forma. Achei que sendo gentil você pensaria que eu estava interessado em manter a relação com você.
Os olhos dela começavam a ficar marejados.
- A questão é: a partir de agora, seremos bons companheiros, eu te tratarei como a ótima aluna que sempre foi, sem ignorar tudo que aconteceu, ciente de que tenho um envolvimento maior com você do que com as outras alunas, mas sem passar dos limites morais.
Limites morais, obviamente, significavam sem visitas a casa um do outro.
E isso fez a primeira lágrima de Sabrina rolar.
Mas Sabrina não era uma garota mimada. Tinha maturidade até certo ponto, e entendia o lado do professor. Só o provocara por ter sido mal tratada, mas não tinha como sentir raiva diante dos olhos dele implorando que parasse de atuar em sua vida daquela forma. Não podia ser egoísta ao ponto de achar que só ela sofria com aquela história. Estava sendo difícil para ambos, e ela, por amá-lo, abriria mão de sua paixão em nome da felicidade dele. Estava certa disso.
- Todo bem, professor. Eu entendo. Sem mais relações.
Ele até ficou espantado. Desconfiado.
- Sem mais provocações também. – ele acrescentou, para ter certeza.
- Sim, sem mais provocações conscientes.
- Como assim?
- O decote não foi consciente. Tive aula de Educação Física, estava calor, fui com uma roupa mais curta, não era pra te provocar.
Luís se sentiu constrangido pela revelação. Mas continuou com o discurso.
- Também farei minha parte pra não achar provocação onde não tem.
- Ah… - ela se lembrou depois de um tempo – Não se preocupe com pílula. Comecei a tomar anticoncepcional semana passada.
Os dois ficaram em silêncio pensando no que tinha ocorrido. Sabrina deixava algumas lágrimas escaparem. Pensava no fato de que aquela tinha sido a segunda e última vez que se deitava com o amor de sua vida. Para ela era quase como a morte. Mas pela felicidade dele estava tudo bem. Só tinha mais um último pedido.
- Luís, pode me dar só mais um beijo?
Ele olhou para os lábios rosados da adolescente. A primeira coisa que pensou foi em como faria pra que aquele simples beijo não evoluísse para algo mais. Entretanto, a beijou. E ela, de alguma forma, por saber que seria o último, o tornou inesquecível, até pra ele. Luís acreditou então, fielmente, que ela realmente o amava, só pelo beijo.
Ele foi embora. Dessa vez a culpa ficou apenas dentro dele, guardada e reprimida, sem evoluir para altas doses de bebida alcoólica e noites sem dormir, como acontecera da última vez.

5 comentários:

Anônimo disse...

Ameei.... queriia mto que eles ficassem juntos no finaal...
Ah, soh tenho uma crítica: deveriia colocaar mais capítulos por semana, eh q eu ficoo mto curiosa pra saber oq vaai aconteceer!!! rsrsrsrs

bjoo

Anônimo disse...

concordo com a anonima! mas a história não acabou ainda né?

leyde disse...

olá , gostaria de parabeniza-las pelo livro, gostaria q soubessem q leio desde q postaram o primeiro capitulo e adorei o fato de pre-determinarem as datas do capitulos , estou curiossisima para saber oq vai acontecer dai por diante


bjs...........

Anônimo disse...

ai meninas mto obrigado! se vcs postassem as quartas tbm seria d+... eu entro td sábado para ler...rsrsrs...e fico relendo td durante a semana....nossa,eles terão mais problemaas ainda??? ah + torço por elees!

Jaqueline Rosa disse...

Amei, amo! O jeito que vcs escrevem é simplesmente invejável! O professor é umm personagem detestavelmente deliciosa. É muito legal o jeito que vocês trabalham os conflitos dele xD melhor que muita coisa que eu já li por aí. Parabéns! Estou ansiosa pelo doze! Beeijoos, Jaqueline.